quarta-feira, 20 de junho de 2012

Abelhas - Entenda um pouco mais





Abelhas

O mel foi a primeira substância adoçante conhecida da Antiguidade segundo a Bíblia era uma das duas dádivas da Terra da Promissão (a outra era o leite).

A apicultura que é a criação de abelhas melíferas (produzem mel), já é praticada a muito tempo, os egípcios documentaram isso pela primeira vez no ano 2600 a.C, por meio de incrições funerárias nas pirâmides!!!

A antiga apicultura era pouco rendosa: realizada em colônias fixas de barro, madeira ou palha, presentava dificuldades para a coleta do mel, acarretando a destruição dos favos e danificando a colmeia.

Em meados do século XIX, dois apicultores criaram o sistema de caixilhos removíveis, o que deu grande impulso a essa atividade. Esses caixilhos, onde as abelhas constroem os favos, permitem ao apicultor acompanhar seu trabalho e proteger as abelhas de doenças ou inimigos. Feitos de madeira, são dispostos paralelamente na caixa quadrangular (o cortiço), que também é de madeira.


Nem Todas São Domesticáveis

As abelhas pertencem a ordem dos Himenópteros, da qual também fazem parte as formigas e as vespas. Exitem abelhas de muita espécies; nem todassão sociais ou seja, nem todas vivem em colônias.
Ao contrário do que se pensa, a maioria delas se compõe de abelhas solitárias, que constroem seu ninho em ocos de árvores ou embaixo da terra. Já as abelhas sociais vivem juntas em grandes colônias de indivíduos e seus ninhos são chamados colméias.

O corpo de um desses indivíduos que raramente ultrapassa 3,75 cm de comprimento é constituído de três partes: cabeça, tórax e abdômen. No torax encontram-se dois pares de asas e três pares de pernas. As fêmeas possuem um ovopositor na extremidade do abdômen, que é utilizado para depositar os ovos e contém um ferrão para picar os inimigos.

Só as abelhas sociais são domesticáveis e destas a Apis mellifera é a espécie mais utilizada na produção comercial de mel, juntamente com as subespécies carnica (abelha cárnica) remipes (abelha caucásica), ligustica e aurea (duas variedades de abelhas italianas) e adansonii (abelha africana).


Uma Vida de Trabalho

As abelhas melíferas organizam-se em três classes principais: as operárias, que providenciam a alimentação, a rainha que pões ovos e o zangão, que se acasala com a rainha. Uma colônia de tamanho médio compreende uma rainha e cerca de cem zangões e sessenta mil operárias.

Fêmeas estéries, as operárias desempenham funções diferenciadas em uma colmeia, confrome sua "idade". Assim, as mais jovens dedicam-se, durante quatorze dias à nutição das larvas, dos zangões e da rainha. Ao fim desse período, tornam-se coletoras (ou campineiras), saindo em busca de alimento pelos campo.
Com vinte e um dias de vida, deixam as tarefas de coleta e voltam aos trabalhos no interior da colmeia. Suas glândulas secretoras de cera são ativadas e elas transformam-se em "pedreiros", passando a construir e consertar as células, dentro das quais armazenam pólen e mel.

As células são alvéolos hexagonais (têm seis lados iguais) que servem também de ninhos para os ovos da rainha.

Além disso, a operária em sua última fase de vida dedica-se a limpar a colmeia, a fazer curtos vôos de treinamento nos arredores e a prestar seu "serviço militar", permanecendo de guarda junto à entrada e ferroando os intrusos.


Néctar e Pólen

Na evolução da vida, as abelhas surgiram há cerca de cem milhões de anos, junto com o desenvolvimento das flores. Desde então, esses dois grupos biológicos mantêm intensa relação de dependência recíproca (simbiose): a abelha encontra nas flores o néctar e o pólen indispensáveis à sua sobrevivência; por sua vez, uma parte do pólen adere ao seu corpo e é transportada para longe, onde irá fecundar outra flor.

Já o nectar vai para o papo ou "estômago de mel" da abelha, onde a ação de enzimas salivares inicia sua transformação em mel. Levado para a colmeia, este é expelido e armazenado nas células.



A Moderna Apicultura

Caso único de domesticação de um inseto, a apicultura pode ter quatro objetivos: produção de mel, de geléia real, de cera e de rainhas para novas colmeias.

Nos dois primeiros casos ela pode ser ambulante ou estacionária.

Na apicultura ambulante, o apiário é deslocado periodicamente de região
pararegião, à procura de novas floradas.

Adotado nos Estados Unidos, esse sistema já era conhecido pelos antigos egípcios, que navegavam o Nilo com balsas cheia de cortiços, acompanhando as fases das enchentes do rio e as sucessivas floradas em suas margens. Já na apicultura estacionária, o apiário permanece sempre no mesmo local.

Além dos caixilhos móveis, a apicultura conta com uma série de recursos técnicos que facilitam o trabalho e aumentam a produtividade das colmeias.

Um deles é a centrifugadora radial de mel. Nesta, os caixilhos são colocados com a parte inferior voltada para o eixo da máquina e o mel é expelido dos favos por um movimento uniforme de centrifugação. Outros utensílios necessários às operações de coleta são: véu de proteção para o rosto do apicultor; luvas de couro; fumigador para acalmar as abelhas; trincha para retirar os insetos que se mantêm presos aos favos; rede eliminadora destinada a permitir a saída das abelhas da colmeia, impedindo seu retorno; recipientes para filtrar e conservar o mel; caixilhos de reserva; coletora de resíduos; xarope para reforçar a alimentação das abelhas nos períodos de escassez de flores.
Para aumentar ainda mais a produtividade das abelhas, costuma-se aplicar aos caixilhos cera moldada ou laminada, de forma a diminuir o tempo gasto na preparação dos favos.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Irecê só precisa de água para voltar a ser quem era!


Que Saldade de quando Eu olhava para Irecê e imaginava esta bela imagem!
Agora, com a falta de chuva e a escassez de água na região, o que resta é apenas recordações de uma terra Fértil... ;.-(
Em mim, ainda há esperança no combate dessa escassez, mas com a "união de todos é óbvio".
_Políticos e munícipes, acordem, já está na hora!
                                                
                                                                                                                    (Maicon Mendes)

terça-feira, 17 de abril de 2012

Mapa e CNA lançam Plataforma de Gestão Agropecuária

Ferramenta pública com objetivo de melhorar a qualidade e o acesso às informações para toda a sociedade envolvida na agropecuária

por Globo Rural On-line
Ernesto de Souza
(Foto: Ernesto de Souza)
Maior exportador mundial de carne bovina, segundo dados de 2011 da Secex/MDIC (1,4 milhão de toneladas equivalente carcaça), o Brasil terá, a partir de agora, um banco de dados único, com informações sobre criação e transporte de animais nos 27 Estados brasileiros, o que garantirá maior controle da movimentação dos rebanhos no país.

Os dados constarão na Plataforma de Gestão Agropecuária (PGA), que será entregue, nesta quarta-feira (18/4), pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Segundo o Mapa, a plataforma é uma ferramenta pública com objetivo de melhorar a qualidade e o acesso às informações para toda a sociedade envolvida na agropecuária. Também deve fortalecer o processo de gestão operacional e estratégico do setor agropecuário com maior transparência e menor burocracia.

“A unificação das informações sobre essa cadeia produtiva dará maior transparência e credibilidade aos sistemas agropecuários, além de permitir a integração dos vários sistemas de controle, inclusive o sanitário, o que consolidará sua condição de destaque como produtor e exportador de carne bovina” avalia a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu.

Fonte: Globo Rural Notícias

sábado, 13 de novembro de 2010

AGRONEGÓCIO PARA EXPORTAÇÃO - ANALISE DO MERCADO ATUAL E DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS DE MUDANÇAS NO DESEMPENHO

RESUMO
O presente trabalho discute estratégias de promoção comercial internacional que impulsionam e diferenciam o quadro do agronegócio no Brasil. Estão subjacentes a esse tema os fatores associados ao modelo de crescimento do agronegócio e seu desempenho. O trabalho parte de indicadores do quadro atual do setor e assim explora projeções para o desempenho dos próximos anos. A realização desse é motivada pela necessidade da ampliação de base e da diversificação da pauta de exportações agrícolas brasileiras. Sendo assim, a  realização deste tem como seu objetivo primordial, informar aos setores do agronegócio sobre regras e práticas do comércio internacional, demonstrar o estágio atual das negociações agrícolas internacionais e divulgar estratégias de promoção internacional.

Palavras chaves: Agronegócio, Agronegócio para Exportação, Desempenho, PIB, Promoção Internacional. 


ABSTRACT
This study discusses strategies for commercial international promotion that can impulse and differentiate the status of agribusiness in Brazil. Subjacent to that theme there are factors associated to agribusiness growth model and its performance. The study bases on indexes of the sector current status so exploring projections about the performance expectation for the next years. The study was performed aiming at addressing the need for enlarging both the basis and list of the Brazilian agricultural exports list. Thus, it primarily aims at informing to agribusiness about rules and practices pertinent to International business, showing the current stage of international agricultural negotiations, and divulging strategies for commercial international promotion.

Key-words: Agribusiness, Agribusiness to Export, Performance, PIB, International Promotion


 
Para citar este artículo puede utilizar el siguiente formato:Timm Stern, B. y Mauch Palmeira, E.: "Agronegócio para exportação-analise do mercado atual e desenvolvimento de estratégias de mudanças no desempenho"  en Observatorio de la Economía Latinoamericana, Número 74, 2007. Texto completo en http://www.eumed.net/cursecon/ecolat/br/

Cenário do Agronegócio no Brasil
Considerado o setor mais importante da economia brasileira, o agronegócio responde por 30% do PIB nacional. Agregado a um alto percentual de postos de trabalho no território brasileiro o setor hoje apresenta índices de redução do PIB de 0,23%, desde o início deste ano e, de acordo com a análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a desaceleração da agropecuária nacional “é preocupante e muda o cenário da colheita e comercialização da safra 2004/2005”. Estudos comprovam a maior causa esta caracterizada pelas quedas na taxa de variação mensal das lavouras e o desempenho negativo do segmento pecuarista.
Com a globalização de mercados, o sucesso de uma empresa, principalmente no agronegócio, depende cada vez mais da inter-relação entre fornecedores, produtores de matéria-prima, processadores e distribuidores, tanto ao mercado interno quanto ao mercado externo. A divisão tradicional entre indústria, serviço e agricultura é inadequada. O conceito de agronegócio representa, portanto, o enfoque moderno que considera todas as empresas que produzem, processam, e distribuem produtos agropecuários.
Agronegócio para Exportação
Apesar do quadro desfavorável, o Índice de Volume de Exportação do Agronegócio teve uma queda relativamente pequena (cerca de 1%), conseqüência também refletida no Índice de Atratividade do Agronegócio (IAT-Agro/CEPEA), que teve queda de 7% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2005. O resultado menos favorável ao setor é atribuído à valorização do Real.
De fato, a valorização da moeda brasileira em relação a uma cesta de moedas dos principais parceiros do agronegócio do Brasil, medida pelo Índice de Câmbio do Agronegócio, foi expressiva, de 15,87% entre os dois períodos.
Assim, nem mesmo o aumento de preços dos produtos exportados, de 10,21% no período, segundo o Índice de Preços de Exportação do Agronegócio (IPE-Agro/CEPEA), conseguiu segurar a atratividade do setor. Vale citar que essa reação dos preços foi puxada especialmente por produtos como carnes, açúcar, álcool e fumo, principalmente no mês de junho.
Ao fazer a análise integrada desses índices, pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) destacam duas razões principais para a continuidade das exportações. Uma delas é a necessidade de exportar mesmo sem atratividade econômica (remuneração obtida no mercado interno seria maior que a gerada com exportação), tendo em vista a impossibilidade de escoar no mercado interno o total produzido por alguns setores. Já para outros segmentos do agronegócio, ainda que tenha havido diminuição da atratividade para exportar, as vendas externas ainda seriam a melhor alternativa em comparação ao mercado interno estagnado.
Resultados Positivos
Ao comparar os dois primeiros trimestres de 2006, percebesse que o câmbio esteve ligeiramente melhor às exportações do agronegócio – o Real desvalorizou 3,98% em relação a um conjunto de moedas (IC-Agro/CEPEA). No mesmo período, os preços dos produtos exportados reagiram 7,66%. O resultado foi um aumento da atratividade do agronegócio de 12% . Isso permitiu um aumento de 10,3% no volume exportado. Para o segundo semestre, os preços internacionais sinalizam continuidade de alta. O comportamento do câmbio, portanto, irá novamente determinar a atratividade das exportações agropecuárias.
A figura a seguir ilustra o desempenho dos anos de 2004 e 2005 e as projeções até 2014 e 2015.
Estratégias para Desenvolvimento e Promoção Internacional
O investimento em aprendizagem permanente e a educação são fatores essenciais na busca para desenvolver competências estratégicas necessárias para sobreviver e crescer no mercado atual, pois as atividades rotineiras passam a ser cada vez menos importantes e qualificadoras, mas sem diferencial competitivo. As empresas com perfil competitivo adotam uma postura de aprendizagem intensiva, enquanto buscam a identificação de estratégias que maximizem a probabilidade de sobreviver e prosperar, procurando focar suas atividades naquelas que sejam realmente agregadoras de valor, ou seja, nas atividades mais intensivas em conhecimento.
Com a crescente integração dos mercados mundiais, novos agentes econômicos têm afetado o ambiente de negócios das organizações. A competitividade das empresas e, no sentido mais agregado, dos setores econômicos, é determinada pela sua capacidade de crescer frente aos melhores concorrentes internacionais. Isto implica a obtenção de ganhos contínuos de eficácia em termos de redução de custos, diferenciação de produtos e serviços, inovação tecnológica, entre outros. Além disso, envolve também a capacidade sistêmica de organização das cadeias produtivas, a partir das diferentes formas de coordenação estabelecidas entre os diversos agentes – públicos e privados – que as constituem.
No caso do agronegócio, as empresas ligadas ao setor são pressionadas a adotar estratégias competitivas, através de novas concepções, ações e atitudes, nas quais produtividade, custo e eficiência se impõem como regras básicas, mas não suficientes, na busca da sua sustentação duradoura no mercado.
Medidas para avaliar índices de oferta e a demanda de novas tecnologias para agropecuária e gestão das cadeias produtivas, estão sendo implantadas e consideradas um grande diferencial para garantir a certeza de bons investimentos, garantindo um sistema de inteligência estratégica para o setor, de forma descentralizada e com foco no desenvolvimento regional, apto a operar internacionalmente com maiores chances de sucesso e abrangência.
A atividade de prospecção tecnológica, nos moldes do que oferece a RIPA Rede de Inovação e Prospecção Tecnológica para o Agronegócio, é considerada fundamental para uma política agrícola inovadora. A metodologia de trabalho da rede foi desenvolvida a partir de experiências colhida pelo laboratório da Embrapa instalado nos Estados Unidos. Nos workshops, usuários e desenvolvedores de tecnologia definem os assuntos críticos da agropecuária, hierarquizam prioridades e votam a definição de plataformas de pesquisa e desenvolvimento para solucionar os gargalos do setor
Além dos trabalhos de prospecção, especialistas têm apontado como destaques nessa política a criação e consolidação de empresas de base tecnológica; acompanhamento e avaliação de programas e projetos; inserção de brasileiros em redes internacionais de pesquisa, desenvolvimento e inovação; melhoria dos indicadores de inclusão social e programas de valorização de recursos humanos qualificados para pesquisa em áreas estratégicas do agronegócio.
Ìndices Passados e Projeções de Produção e Consumo dos Principais Produtos
CONCLUSÂO
O agronegócio é hoje a maior fonte de retorno do país, por isso deve-se criar medidas de cuidados que avaliem o setor para evitar oscilações e desvalorizações de seus componentes. Percebeu-se no decorrer do trabalho que a melhor alternativa é optar pelo mercado externo, uma vez que o mercado brasileiro encontra-se estagnado. Elaborar uma política de entendimento entre produtores e a agroindústria para reduzir o déficit; potencializar o setor com investimento tecnológicos; criar medidas para evitar problemas oriundos do desiquilibrio de câmbio, afim de reduzir taxas de juros altas e mercado disputado são atitudes que certamente retornará em resultados positivos para não só para o próprio agronegócio, mas também para economia do país.
BIBLIOGRAFIA
Agência Brasil: www.agenciabrasil.gov.br
Agronegócios: www.ufpel.tche.br/faem/agronegocios/apresenta.php
CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada): www.cepea.esalq.usp.br/macro/
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística: www.ibge.com.br
Jornal da USP: www.usp.br
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: www.agricultura.gov.br
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: www.mdic.gov.br
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão: www.ipea.gov.br

Blog do Agronegórcio: http://agronegociosonline.blogspot.com




terça-feira, 12 de outubro de 2010

Custo das commodities impactam produção de frangos e ovos


Alguns produtores estão reduzindo sua produção  

O avicultor Geraldo Tomazella cria frango caipira no município de Pereiras, a 176 quilômetros da capital paulista. Ele tem na granja oito mil aves de corte e duas mil de postura. Ao todo são consumidas 25 toneladas de ração por mês. Ele conta que já enfrentou várias crises, mas não esperava um aumento tão grande no custo do milho. “Achei que o preço do milho estava estável. Foi uma surpresa este aumento”, revela.

O milho é o principal ingrediente que compõe a ração que alimenta os frangos nas granjas. Em agosto o saco com 60 quilos custava cerca de R$ 18. Agora está saindo por R$ 25.

Somente em setembro, o avicultor gastou com ração R$ 2.500 a mais do que em agosto. Por causa disso, avisou aos clientes sobre o aumento no valor do produto.

O quilo do frango vivo vai passar de R$ 4,50 para R$ 5. Mesmo reajustando o preço, ele disse que vai ter que reduzir a produção. “Já era para ter colocado um lote de pintinho nesta semana, não coloquei. Nem na semana que vem, não vou colocar. Vou diminuir já para esperar como vai ficar o mercado”, afirma.

Em outra granja, em Itapetininga, são produzidos 40 mil frangos de corte a cada dois meses. O impacto do preço do milho também já foi sentido por lá. “A gente tem que dar uma freada na produção, porque a gente fica naquela expectativa. Se com o aumento do frango, a gente vai conseguir vender estes frangos. Então a gente para. Se a gente tinha a intenção de aumentar a produção de frango, a gente dá uma estagnada”, explica Sandro Del Bem, gerente da granja.

Essa semana, a Conab divulgou a primeira estimativa da próxima safra de grãos. A previsão é de uma queda na área de milho de até 3,5% e a área da soja pode aumentar 3,1%.

A produção total de grãos pode chegar a 147 milhões de toneladas, 0,6% a menos que a última colheita.


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Fonte: Portal do Agronegócio
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